31 de março de 2009

Curso de Formação Em CUBA


C O N V O C A T O R I A

La Escuela Nacional de Cuadros Sindicales “Lázaro Peña” de la Central de Trabajadores de Cuba (CTC) en su 70 Aniversario y la Federación Sindical Mundial (FSM), convocan a las organizaciones sindicales de América Latina y el Caribe a participar en el programa de actividades organizadas con motivo del 1ro de Mayo de 2009.

Del 27 de Abril al 8 de Mayo, curso titulado:
"Retos y Alternativas del Sindicalismo Latinoamericano en la Actualidad.
Objetivos:
Valorar la situación económica, política, social, laboral y sindical del contexto latinoamericano actual.
Contribuir al perfeccionamiento de la labor político – ideológica y de dirección del dirigente sindical latinoamericano.
Fortalecer la posición clasista del movimiento sindical en la defensa de los trabajadores.

Temáticas:
La crisis del capitalismo global, la hegemonía del capital transnacional y los sindicatos.
Tendencias históricas y actuales del movimiento sindical.
La comunicación, elemento indispensable para la acción sindical.
Los nuevos actores sociales, una respuesta necesaria a la ofensiva del capitalismo contemporáneo.
El problema de la unidad en el movimiento sindical. Las políticas de alianza.
La integración económica latinoamericana, una alternativa necesaria.
El liderazgo sindical latinoamericano, necesidad en el contexto actual.
El mundo del trabajo hoy. Particularidades del mercado del trabajo en América Latina.
La OIT. Papel de los sindicatos y los trabajadores.
Cuba, su realidad. Logros y perspectivas.
Sistemas políticos, gobernabilidad y liderazgo en América Latina.
La capacitación sindical.
Relaciones EEUU – América Latina. Su actualidad.
Taller final “Alternativas del sindicalismo latinoamericano ante el capitalismo contemporáneo”.

Otras actividades que contiene el programa son:
- 29 de abril: Gala Artística por el 1ro de Mayo.
- 30 de abril: IV Encuentro Internacional de Egresados de la Escuela Nacional de Cuadros Sindicales “Lázaro Peña”.
- 1ro de Mayo: Actividad en la Plaza de la Revolución en saludo al Día Internacional de los Trabajadores.
- 2 de mayo: Acto de Solidaridad con Cuba.

La cuota de inscripción es de $ 285.00 CUC (moneda convertible cubana) e incluye el alojamiento, desayuno, almuerzo y cena, la transportación a las actividades vinculadas a este programa y entre el aeropuerto y la escuela a su llegada y retorno.
La entrada a nuestras instalaciones es a partir del 25 de abril y la salida hasta el 10 de mayo.

Les recomendamos el euro como moneda más favorable para el cambio.
Les precisamos solicitar VISA DE ESTUDIANTE (D-2) ya que el objetivo del viaje es un curso.
Deben enviar antes del 17 de abril para confirmar matricula los siguientes datos:
§ Nombres y apellidos.
§ Organización sindical a la que pertenece.
§ Responsabilidad que ostenta en ella.
§ País.
§ Ciudadanía.
§ Número de pasaporte.
§ Fecha de nacimiento.
§ Fecha de arribo a la Habana.
§ Línea aérea.


Escuela Nacional de Cuadros Central de Trabajadores de Sindicales “Lázaro Peña”. Cuba (CTC).
Calle: 264 esq. 33. San Agustín, Telef. 877- 5310 al 12
La Lisa, Ciudad Habana. Fax: 873- 5408
Telef. 271-0772, 271-9439. E. mail: godinez@ctc.cu
E.mail: mayomy@escuela.ctc.cu silviam@ctc.cu
mailto:mayomy@escuela.ctc.cu jmamerica@yahoo.com.mx


Federación Sindical Mundial.
Región América.
Telef: 271-4345, 272-0739 ext 102
Fax: 273-5921
E.mail: ramon@fsm.ctc.cu
anibal@fsm.ctc.cu
martha@fsm.ctc.cu

29 de março de 2009

Dia 30, manifestação: Nós não vamos pagar pela crise!

"Não às demissões! Pela redução dos juros, pelos investimentos públicos e em defesa dos direitos trabalhistas e sociais!"

A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e o movimento sindical, social e estudantil estarão novamente unidos nas ruas no próximo dia 30 de março, segunda-feira, para dizer não à crise e às demissões e exigir a redução drástica da taxa de juros, recursos para os investimentos em políticas públicas, a defesa dos direitos trabalhistas e sociais e por uma universidade justa, igualitária e de qualidade, sem cortes na educação.

Abaixo, publicamos a íntegra da convocatória do ato unificado. Em Cuiabá, a concentração inicia às 09 horas, na praça Alencastro, em frente à Prefeitura.

De acordo com Antonio Carlos Spis, da executiva nacional da CUT e da CMS, "é fundamental que o conjunto das entidades se esforcem nesta reta final, ampliando a unidade e a mobilização de suas bases em todos os Estados do país".

Trabalhadores e trabalhadoras não pagarão pela crise
O Brasil vai às ruas na próxima segunda-feira, 30 de março. Os trabalhadores e trabalhadoras do campo e da cidade estarão unidos contra a crise e as demissões, por emprego e salário, pela manutenção e ampliação de direitos, pela redução dos juros e da jornada de trabalho sem redução de salários, pela reforma agrária e em defesa dos investimentos em políticas sociais.

A crise da especulação e dos monopólios estourou no centro do sistema capitalista, os Estados Unidos, e atinge as economias menos desenvolvidas. Lá fora - e também no Brasil -, estão sendo torrados trilhões de dólares para cobrir o rombo das multinacionais, em um poço sem fim, mas o desemprego continua se alastrando, podendo atingir mais 50 milhões de pessoas.

No Brasil, a ação nefasta e oportunista das multinacionais do setor automotivo e de empresas como a Vale do Rio Doce, CSN e Embraer, levaram à demissão de mais de 800 mil trabalhadores nos últimos cinco meses.

O povo não é o culpado pela crise. Ela é resultante de um sistema que entra em crise periodicamente e transformou o planeta em um imenso cassino financeiro, com regras ditadas pelo "deus mercado". Diante do fracasso desta lógica excludente, querem que a classe trabalhadora pague a fatura em forma de demissões, redução de salários e de direitos, injeção de recursos do BNDES nas empresas que estão demitindo e criminalização dos movimentos sociais. Basta!

A precarização, o arrocho salarial e o desemprego enfraquecem o mercado interno, deixando o país vulnerável e à mercê da crise, prejudicando fundamentalmente os mais pobres, nas favelas e periferias. É preciso cortar drasticamente os juros, reduzir a jornada sem reduzir os salários, acelerar a reforma agrária, ampliar as políticas públicas em habitação, saneamento, educação e saúde, e medidas concretas dos governos para impedir as demissões, garantir o emprego e a renda dos trabalhadores.
Manifestamos nosso apoio a todos os que sofreram demissões, em particular aos 4.270 funcionários da Embraer, ressaltando que estamos na luta pela readmissão.

O dia 30 também é simbólico, pois nesta data se lembra a defesa da terra Palestina, a solidariedade contra a política imperialista do Estado de Israel, pela soberania e auto-determinaçã o dos povos.

Com este espírito de unidade e luta, vamos construir em todo o país grandes mobilizações. O dia 30 de março será o primeiro passo da jornada.

UJS na linha de frente
A União da Juventude Socialista deve participar de maneira destacada desses atos. Segundo Marcelo Gavião, presidente da nacional da entidade, milhares de jovens socialistas irão engrossar as manifestações.
"Vamos mobilizar toda a nossa militância para esses atos. A situação é grave e não permitiremos que a juventude seja chamada a pagar a conta de uma crise que não é nossa, que foi fabricada pelos especuladores e pelos países ricos", disse.
Gavião também alerta para a necessidade de unir forças para melhor resistir à tormenta. "É hora de união dos movimentos sociais para enfrentar o interesse dos poderosos, que causaram a crise e querem jogar o problema nas costas do povo. Por isso, saudamos a manifestação unitária como um passo importante para resistir e reivindicar uma saída da crise que não penalize o povo".

NÃO ÀS DEMISSÕES!
REDUÇÃO DOS JUROS!
REDUÇÃO DA JORNADA SEM REDUÇÃO DE SALÁRIOS E DIREITOS!
REFORMA AGRÁRIA, JÁ!
POR SAÚDE, EDUCAÇÃO E MORADIA!
EM DEFESA DOS SERVIÇOS E SERVIDORES PÚBLICOS!
SOLIDARIEDADE AO POVO PALESTINO!
POR MAIS INVESTIMENTOS EM EDUCAÇÃO
POR UMA NOVA LEGISLAÇÃO Á MEIA-ENTRADA, SEM RESTRIÇÃO DE DIREITOS INTERVENÇÃO DO ESTADO PARA EVITAR ABUSOS NOS REAJUSTOS DE MENSALIDADES
FIM DO VESTIBULAR
APROVAÇÃO DA LEI DE RESERVA DE VAGAS

Ato Internacional Unificado Contra a Crise
Organizadores de Cuiabá: UJS, CUT, Fórum de discussão sobre o transporte, SINDJOR, Sind. dos metalurgicos, STETT, ADUFMAT, SEEBMT, FETEC, SINTEP, SINTRAE, ASSEMBLÉIA POPULAR, CONLUTAS, CTB, FORÇA SINDICAL, MST, UBES, UBM, UNE, UNEGRO, VIA CAMPESINA, PCdoB.

26 de março de 2009

Jornada de Lutas

O mundo enfrenta uma grave crise da economia capitalista que já tem seus
reflexos sentidos no Brasil.

Nós, jovens, estudantes e trabalhadores, não temos qualquer responsabilidade com essa
crise mundial, que é consequência da infinita ganância dos grandes especuladores
capitalistas.

Afirmamos que essa crise não é nossa e não aceitaremos calados que nos façam pagar
seu preço. Sua origem está bem distante de nós, lá para os lados de Wall Street. Ainda assim, já sentimos na pele seus efeitos.

Na Educação, universidades privadas estão diminuindo gastos à custa da qualidade. Os
tubarões do ensino não aceitam diminuir suas altas taxas de lucro e por isso mesmo não são poucas as instituições que, se aproveitando da crise, estão demitindo em massa professores e funcionários ou mesmo fechando as portas sem oferecer maiores
explicações ou qualquer perspectiva aos estudantes. A Universidade pública corre o risco de ver o seu orçamento cortado pelo contingenciamento de verbas voltadas às áreas sociais. Nas demissões que começam a acontecer, são os mais jovens os primeiros a serem dispensados e devemos estar na linha de frente para exigir medidas do governo que proibam demissões.

Se a bomba estoura com mais força no colo da juventude, a reação precisa vir de nossas mãos. Nossa geração não optou pela crise, mas lamentar não é uma opção. Precisamos tomar as ruas, aproveitar a oportunidade que esta crise nos proporciona e sepultar para sempre o projeto neoliberal a partir da queda do muro deles, o Wall Street.

Neste cenário de dificuldades, somente com ações amplas e unitárias seremos capazes
de combater o desemprego e os cortes do orçamento público e fazer aprofundar as
mudanças em curso no nosso país. Nossa maior arma é a pressão das ruas.

Convocamos, portanto, todo o movimento estudantil brasileiro às ruas construindo
grandes mobilizações no próximo dia 30 de março em unidade com o conjunto do
movimento social brasileiro em defesa do direito à educação, a meia entrada e por verbas públicas para as universidades públicas. Na Jornada de Lutas que se aproxima daremos nosso recado. Não pagaremos por esta crise! Queremos mais conquistas para a
educação!

Dia 30 as 9 da manhã na Praça Alencastro.

25 de março de 2009

Gilmar Mendes: Latifundiário e defensor da elite

Em entrevista concedida à revista Época, o integrante da direção nacional do MST, João Pedro Stedile, nega que o movimento receba dinheiro público. Ele afirma que usar dinheiro público seria “o fim” do MST. Stedile critica o presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, ao afirmar que ele é latifundiário, defende banqueiros corruptos e também possui sua própria ONG.

"O senhor Gilmar Mendes assumiu convictamente o papel de líder da direita no Brasil e, por isso, o chamamos de Berlusconi verde-amarelo (alusão ao primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi), embora ele seja mais parecido com o (Benito) Mussolini", afirma Stedile. O presidente do STF, Gilmar Mendes, afirmou no mês passado que o governo federal não pode repassar dinheiro público ao MST. O dinheiro a que ele se refere é repassado a ONGs.
Afinal, o MST recebe ou não dinheiro de entidades como Anca, Concrab, Iterra etc?As entidades citadas estão devidamente habilitadas nos órgãos públicos e são fiscalizadas com rigor. Desenvolvem projetos de assistência técnica, alfabetização de adultos, capacitação, educação e saúde em assentamentos rurais. Isso é feito por centenas de entidades em todo o país, sendo que algumas delas recebem verbas polpudas. Isso acontece por culpa do governo neoliberal do Fernando Henrique, que implementou a substuição do Estado por ONGs.
O MST sempre defendeu que direitos como educação, saúde e assistência técnica rural têm que ser implementados pelo Estado, para garantir a sua universalizaçã o. O engraçado é que os neoliberais, como o senhor Gilmar Mendes, desmontaram o Estado e agora reclamam das ONGs. Até ele (Mendes) montou sua própria ONG para dar aulas de direito. Não seria melhor multiplicar faculdades públicas?Como o MST banca os custos de suas invasões e protestos?As lutas dos trabalhadores só acontecem porque há problemas sociais e direitos negados. Então, parcelas mais conscientes se organizam, mobilizam suas forças e lutam.
Nossa luta é fruto dessa consciência e, evidentemente, recebemos solidariedade dos trabalhadores, dos estudantes e professores, das igrejas e da sociedade brasileira. Existimos há 25 anos graças ao apoio político da sociedade brasileira e internacional e somos gratos pelas muitas homenagens recebidas. Nunca usamos um centavo de dinheiro público para fazer ocupações. Seria o fim de qualquer movimento. Isso é um absurdo e fere a inteligência do povo. Imagine que amanhã vão dizer que os sindicatos são financiados pelo dinheiro público para fazer greves.Caso os repasses do governo sejam encerrados, em que medida isso poderia afetar o MST?Em nada afetaria o MST. Apenas achamos engraçado como eles se preocupam com ONGs que atuam na reforma agrária. Essa é a questão.
Na verdade, o senhor (Gilmar) Mendes está defendendo seus interesses como latifundiário e os interesses da sua classe. Não quer reforma agrária nem quer ver a terra dividida. Muito menos lá no Mato Grosso, onde proibiu até pescaria em sua fazenda. Ele faz pose de moralista e não explica por que sua ONG recebe dinheiro público. Por quê? Por que não investiga o Senar (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, entidade mantida por proprietários rurais), administrado pelos fazendeiros, que recebeu R$ 1 bilhão de verba pública?
Há processos no Tribunal de Contas da União de dinheiro do Senar apropriado para enriquecimento pessoal de fazendeiros. Por que não pede investigação da ONG Alfabetização Solidária (ONG voltada para projetos de alfabetização, iniciada pela antropóloga Ruth Cardoso em 1997), que recebeu R$ 330 milhões para fazer alfabetização de adultos? Quantos parlamentares respondem por processos de improbidade? Mais uma pergunta: algum militante do MST ficou rico com dinheiro público? A Policia Federal sabe muito bem quem desvia dinheiro público no Brasil.Na sua visão, em que medida as invasões de propriedades rurais podem ser consideradas legítimas?
Há juristas, como o ex-ministro do Superior Tribunal de Justiça Luiz Vicente Cernicchiaro, que expôs em acórdão do tribunal que ocupação massiva para pressionar pela reforma agrária não só não é crime, mas um direito do povo de lutar. Portanto, não é questão de lei, mas questão de classe. As ocupações de terra são uma forma de o povo organizado pressionar o governo a fazer reforma agrária. A solução é simples: basta aplicar a Constituição e acelerar a reforma agrária, que acabariam as ocupações. Agora, todas as milhares de famílias já assentadas pela reforma agrária no Brasil tiveram que ocupar terra para conquistá-las.
A culpa não é nossa, mas da omissão do Estado brasileiro. Claro que o senhor Gilmar Mendes deve também ser contra as greves, quilombolas, povos indígenas, ou seja, pobres em geral. No entanto, é a favor dos militares que implantaram uma ditadura militar, de banqueiros corruptos. Cada um defende a classe a que pertence.A Advocacia Geral da União procura meios para voltar a aplicar uma medida que inibe invasões de terra. A medida, usada no governo Fernando Henrique, diz que propriedades invadidas ficam fora da reforma agrária por dois anos. Se essa regra voltar a valer, o que o MST pretende fazer?As ocupações de terra são uma forma histórica de os pobres do campo brasileiro lutarem - não foi o MST que inventou.
Elas existem desde 1850, quando a Lei de Terras institucionalizou o latifúndio e a concentração da propriedade. A luta pela reforma agrária vai existir enquanto tivermos na sociedade brasileira a contradição entre 30 mil fazendeiros e 4 milhões de famílias sem-terra e 11 milhões de famílias que estão em programas assistenciais do governo. Menos de 1% dos proprietários controla 46% de todas as terras no Brasil. As nossas mobilizações e ocupações vão continuar. A sociedade brasileira precisa discutir como enfrentar a crise econômica que está aí.
Precisamos discutir como produzir alimentos sem agrotóxicos, como ter uma agricultura sustentável, como preservar a terra, a água e a biodiversidade, que são bens da natureza, repartidas entre todos os brasileiros, e não apenas entre fazendeiros e empresários. Esse é o debate. O senhor Gilmar Mendes assumiu convictamente o papel de líder da direita no Brasil e, por isso, o chamamos de Berlusconi verde-amarelo (alusão ao primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi), embora ele seja mais parecido com o (Benito) Mussolini.
(Entrevista publicada originalmente na revista Época, edição 565 - 14/03/2009)

14 de março de 2009

Encontro Universitário da UJS

Após o Conselho Nacional de Entidades Gerais (CONEG) da UNE, a UJS realizará, nos dias 23 e 24 de março, em São Paulo, o seu Encontro Nacional de Universitários, cujo objetivo é discutir a história de 25 anos de construção da UJS no movimento estudantil universitário e seu projeto estratégico para essa frente, além de preparar a militância para o 51º Congresso da UNE.

"Não queremos encarar esse como mais um Congresso. Nosso objetivo é construir a maior mobilização já feita para um Congresso da UNE. Consideramos que apenas assim, sem burocratismos, com muito convencimento político e muita disposição, estaremos a altura de enfrentar os desafios apresentados por uma conjuntura tão complexa, em que convivem uma grave crise econômica mas também grandes possibilidades de avanços para o país", diz Márcio Cabral, diretor de movimento estudantil universitário da UJS.

A taxa de inscrição para o Encontro será de R$15 e cobrirá os custos de alojamento e transporte interno dos participantes, ficando a alimentação a cargo de cada um. Cada militante inscrito ganhará a carteira nacional de militante 2009, que será lançada no evento.

Confira abaixo a programação do Encontro Nacional de Universitários da UJS:

23/03 - segunda-feira

9 horas – Capitalismo em crise e a nova luta pelo socialismo
Renato Rabelo (Vice-Presidente da UNE gestão 1966/1967 e atual Presidente do PC do B)

12 horas – Almoço

14 horas – Enfrentar a crise – o papel do movimento juvenil brasileiro
Danilo Moreira (Diretor da UNE nas gestões 1999/2001 e 2001/2003), atual Presidente do Conjuve)
Marcelo Brito (Gavião) Presidente Nacional da UJS

16 horas – Debates em Grupos

18 horas – Jantar

19 horas – Os 25 anos da construção da UJS no movimento estudantil
Ricardo Abreu (Alemão) – Diretor da UNE nas gestões 1989/1991 e 1991/1992; ex-Presidente Nacional da UJS
Waldemar Manoel Silva e Souza (Vice-Presidente da UNE 1989/1991)
Julio Vellozo (Diretor de Movimento Estudantil da UJS de 2003 a 2007)

21 horas – Atividade Cultural

24 de março - terça-feira
9 horas – Da unidade vai nascer a novidade – o Projeto da UJS no movimento universitário
Lúcia Stumpf – Presidenta da UNE
Márcio Cabral – Diretor de Movimento Universitário da UJS

10:30 horas – Debates em Grupos

12 horas – Almoço
14 horas – Plano de Ação da UJS para o movimento universitário
André Tokarski – coordenador do Coletivo da UJS na UNE
(Debate em Plenário)

18 horas – Encerramento